Ta procurando o quê?

Baile de debutantes..... o cara com mp3 na orelha ... sentado sozinho ouvindo outra coisa ... alheio a tudo ... a todos... sozinho.



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questão de hábito!

Habitus é uma noção filosófica antiga, originária no pensamento de Aristóteles e na Escolástica medieval, que foi recuperada e retrabalhada depois dos anos 1960 pelo sociólogo Pierre Bourdieu para forjar uma teoria disposicional da ação capaz de reintroduzir na antropologia estruturalista a capacidade inventiva dos agentes, sem com isso retroceder ao intelectualismo Cartesiano que enviesa as abordagens subjetivistas da conduta social, do behaviorismo ao interacionismo simbólico passando pela teoria da ação racional.
As raízes do habitus encontram-se na noção aristotélica de hexis, elaborada na sua doutrina sobre a virtude, significando um estado adquirido e firmemente estabelecido do caráter moral que orienta os nossos sentimentos e desejos numa situação e, como tal, a nossa conduta. No século treze, o termo foi traduzido para Latim como habitus (particípio passado do verbo habere, ter ou possuir) por Tomás de Aquino na sua Summa Theologiae, em que adquiriu o sentido acrescentado de capacidade para crescer através da atividade, ou disposição durável suspensa a meio caminho entre potência e ação propositada. A noção ressurgiu na fenomenologia, de forma mais proeminente nos escritos de Edmund Husserl, que designava por habitus a conduta mental entre experiências passadas e ações vindouras. O habitus também figura de passagem nos escritos de outro estudante de Husserl, Norbert Elias, que fala de “habitus psíquico das pessoas ‘civilizadas’” no estudo clássico Über den Process der Civilizierung (1937).
Bourdieu começou por reintroduzir a noção de uma forma denotativa nos seus estudos empíricos de juventude sobre a antropologia econômica da mudança na sociedade camponesa do seu Béarn natal, no Sudoeste de França, ou nas comunidades cabilas de expressão berbere, na Argélia colonial (Bourdieu 1962, Bourdieu e Sayad 1964), e elaborou-a analiticamente no seu Esquisse d’une Théorie de la Pratique (1972/2002). Esta autonomia é a do passado, ordenado e atuante, que, funcionando como capital acumulado produz história na base da história e assim assegura que a permanência no interior da mudança faça do agente individual um mundo no interior do mundo (Bourdieu 1980/1990: 56).
Contra o estruturalismo, então, a teoria do habitus reconhece que os agentes fazem ativamente o mundo social através do envolvimento de instrumentos incorporados de construção cognitiva; mas também afirma, contra o construtivismo, que estes instrumentos foram também eles próprios feitos pelo mundo social (Bourdieu 1997/2000: 175-177). O habitus fornece ao mesmo tempo um princípio de socialização e de individuação: sociação porque as nossas categorias de juízo e de ação, vindas da sociedade, são partilhadas por todos aqueles que foram submetidos a condições e condicionamentos sociais similares (assim podemos falar de um habitus masculino, de um habitus nacional, de um habitus burguês, etc.); individuação porque cada pessoa, ao ter uma trajetória e uma localização únicas no mundo, internaliza uma combinação incomparável de esquemas.
Retraçar as origens filosóficas e o uso inicial do habitus por Bourdieu (2000) para dar conta da ruptura econômica e da desconexão social trazida pela guerra argelina de libertação nacional permite-nos clarificar quatro incompreensões recorrentes sobre o conceito. Primeiro, o habitus nunca é a réplica de uma única estrutura social, na medida em que é um conjunto dinâmico de disposições sobrepostas em camadas que grava, armazena e prolonga a influência dos diversos ambientes sucessivamente encontrados na vida de uma pessoa. Assim, e em segundo lugar, o habitus não é necessariamente coerente e unificado, mas revela graus variados de integração e tensão dependendo da compatibilidade e do caráter das situações sociais que o produziram ao longo do tempo: universos irregulares tendem a produzir sistemas de disposições divididos entre si, que geram linhas de ação irregulares e por vezes incoerentes. Bourdieu (1980/1990: 62-63) avisa-nos de que deveremos “evitar universalizar inconscientemente o modelo da relação quase circular da quase-perfeita reprodução que é apenas completamente válido no caso em que as condições de produção do habitus são idênticas ou homólogas das suas condições de funcionamento”. O fato de o habitus poder “falhar” e de ter “momentos críticos de perplexidade e discrepância” (Bourdieu 1997/2000: 191) quando é incapaz de gerar práticas conformes ao meio constitui um dos principais impulsionadores de mudança econômica e inovação social – o que confere à noção de Bourdieu uma grande afinidade com as concepções neoinstitucionalistas de racionalidade limitada e de preferências maleáveis, como na teoria da regulação (Boyer 2004). Por último, o habitus não é um mecanismo auto-suficiente para a geração da ação: opera como uma mola que necessita de um gatilho externo e não pode, portanto ser considerado isoladamente dos mundos sociais particulares, ou “campos”, no interior dos quais evolui. Uma análise completa da prática requer uma tripla elucidação da gênese e estrutura sociais do habitus e do campo e das dinâmicas da sua “confrontação dialética” (Bourdieu 1997/2000).
Embora filósofos como Charles Taylor, Jacques Bouveresse e John Searle tenham discutido a elaboração de Bourdieu sobre o habitus na sua relação com a filosofia da mente, da linguagem e do self, deve ser destacado que para Bourdieu a noção é, em primeiro lugar e acima de tudo, um modo estenográfico de designar uma postura de investigação, ao apontar um caminho para escavar as categorias implícitas através das quais as pessoas montam continuadamente o seu mundo vivido, que tem informado pesquisas empíricas em torno da constituição social de agentes competentes numa gama variada de quadros institucionais. Lehmann (2002) traçou o modo como às disposições musicais inculcadas pelo treino instrumental se combinam com disposições de classe herdadas da família para determinar a trajetória e estratégias profissionais dos músicos no interior do espaço hierárquico da orquestra sinfônica. Wacquant (2000/2003) dissecou a produção do nexo de competências, categorias e desejos incorporados que compõem o boxe profissional como um ofício corpóreo masculino no gueto negro americano, revelando que a feitura do habitus pugilístico acarreta não só o domínio individual da técnica, mas, mais decisivamente, a inscrição coletiva na carne de uma ética ocupacional heróica no interior dos microcosmos do ginásio de boxe. Estes estudos demonstram que a convocação e emprego dos esquemas cognitivos e motivacionais que compõem o habitus é acessível à observação metódica. Em última análise, a prova do pudim teórico do habitus deve consistir no comê-lo empiricamente.
Boiando na terceira margem do rio

bob Rabbit


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Cultura

Palavras são meios de transporte, como o trem, a bicicleta e o avião; a palavra Cultura é um enorme caminhão que suporta qualquer carga. É necessário defini-la, para que saibamos do que estamos falando, quando dela queremos falar.
Cultura é o que estamos fazendo aqui, agora, neste instante, discutindo o que é a Cultura. Cultura é este microfone, esta mesa, esta sala. Nada disso existia – é fruto da mão humana, executora de nossos pensamentos e desejos.
Este encontro não é apenas “um” exemplo do que seja a Cultura: é o máximo exemplo, pois Cultura é a reflexão do ser humano sobre si mesmo e sobre o mundo, e sobre o que faz neste mundo. É o feito e o fazer, é o como fazer o que se faz. É a criação de uma realidade não prevista nos desígnios da Natureza. Um Real objetivo, como a construção de casas e pontes, feitas de pedra; e um Real subjetivo, como a Moral, feita de valores.
A Cultura possibilita e engendra a Arte, que é o seu estado supremo e soberano.
Uma lenda antiga e distante – e tudo que é distante e antigo nos dá a impressão de verdadeiro – diz que a Arte tornou-se necessária para completar a incoerente e desorganizada criação divina.
Deus, segundo a lenda, por mais perfeito, veloz e talentoso que tinha sido, tinha também seus limites, e não foi capaz de completar a Obra que havia planejado, no tempo que havia calculado. Calculou mal: seis dias mostrou-se curto prazo, mesmo para o Todo Poderoso, pois que o Poder, ao existir, fixa seus limites; se não tivesse, seria também meu, nosso e vosso, seríamos todos divinos: o poder seria substância universal e não predicado do poderoso. Até o Poder tem fronteiras.
Deus, cansado – toda força, na exaustão, encontra seus limites – desconsolado e triste, buscou merecido descanso no domingo, mas não sem antes apelar para os Artistas que logo vieram em seu socorro para reorganizar o mundo que ele mal havia – e havia mal – criado.
Os sons divinos andavam por aí, espalhados, notas, claves e bemóis –sonoridades ao vento, enlouquecidas na imensidão vazia... Vieram compositores para lhes dar estrutura e razão: eis a sonata, o samba e a canção. A matéria prima era divina ; mas a forma tinha os contornos de Villa Lobos, Cartola, Dolores Duran e Nelson Cavaquinho, para não citar nenhum presente.
As cores, espalhadas e sem rumo, andavam às turras com o traço, buscando perspectivas na vida e no espaço – vieram os artistas plásticos e pintaram quadros, esculpiram estátuas, grafitaram paredes, e nos fizeram entender o que Deus quis fazer, mas não teve tempo; quis dizer, mas não disse.
As palavras, esses seres estranhos que não existem – são riscos na areia que as ondas do mar apagam; sons, que a leve brisa dissolve com suas carícias – as palavras eram vazias e tortas, desengonçadas – até que chegaram os poetas para domesticá-las, dando-lhes sentido e destino.
Só os seres humanos são capazes de criar Arte e Cultura – que é a coerência com a qual o Artista vê o mundo, corrige e completa a obra de Deus que, assim, se revela e resplandece. Vivam os artistas! Mas coerência nem sempre é virtude, como nem sempre a Moral é Ética.
A Cultura, que faz existir o imaginado, que é invenção do novo, do necessário e útil – e do belo, tão útil como necessário -, pode-se extasiar diante de si mesma e mergulhar nas águas de Narciso. O artista, inebriado pode pensar-se Deus e parir a arte pela arte. Pode, ao contrário, congelar seus caminhos, e se estiolar na repetição.
A Cultura, no fio da navalha, cria, destrói e recria. Quando, querendo instaurar o novo, fixamos nossos caminhos, a cultura se cristaliza na Técnica, que nos permite inventar e apressa o invento, mas que pode nos obrigar a segui-la, e servi-la – ajuda ou atrapalha. Quando fixamos nosso comportamento na sociedade, a Cultura se cristaliza na Moral, tão necessária, mas que pode ser odiosa. Tudo, neste mundo em trânsito, transita.
Cultura, traduzida em Arte, deve ser criação permanente, revolucionária, conquista do novo, nunca estratificação do conquistado. Pode-se transformar em Indústria, pode-se inserir na Economia, sim, mas desde que o criador seja o Artista, sempre o Artista, e não o produtor, que deve trabalhar com aquilo que foi criado, e não criar limites à criação. O artista cria o que não existia; o produtor, ao que existe, abre caminhos.
Se o produtor serve ao Mercado, deve ter claro que Mercado quer a repetição estéril, do já feito e conhecido, sem sobressaltos; o Artista, quer inovar. O Mercado, eclético, mercadeja arte e sabão em pó, porque ambos são necessários e vendáveis, mas não é justo confundir artista e saponáceo.
É verdade que nós, artistas, queremos vender nossos discos, livros e quadros, queremos a casa cheia, mas não ao preço da renúncia daquilo que nos explica e justifica: a Arte, que será sempre revolucionária, ou nada será.
Repito, sempre, que não temos nada contra o comércio, como tal. Admiro mesmo os comerciantes que fazem do seu comércio uma arte, mas tenho pena dos artistas que fazem, da sua Arte, um comércio.
Cultura, traduzida em Moral, fixa a Tradição. A Tradição, em si, não é boa nem má, pois é criada por sociedades que não são eternas. Devemos cultivar as tradições humanísticas, mas, com energia, rejeitar as cruéis e desumanas.
No mês passado, eu estive na Índia com todo o meu Centro carioca, presidindo a Fundação da Federação Indiana de Teatro do Oprimido, na mesma semana em que foi promulgada uma lei autorizando o Estado a tentar dissuadir os pais de forçarem o casamento de seus filhos crianças. A Lei dizia que, se esses casamentos já tivessem sido realizados, seriam válidos por respeito às tradições familiares. Casar crianças e obrigá-las à convivência, é crime, e nenhuma tradição pode justificar um crime!.
Na mesma semana, foi promulgada, na mesma Índia, outra lei, a que protege as mulheres contra a violência doméstica. Está em vigor. Lei radical, exemplar, que condena e pune, não apenas a violência física e sexual, mas até mesmo o palavrão atirado contra a esposa ou namorada, a tia, a sogra, a filha ou a vizinha. Peço aos legisladores, porventura presentes, que levem em conta a sugestão indiana: seja a mulher quem for, nem palavrão, nem com uma flor.
Exemplos de tradições culturais odiosas não nos faltam e, entre tantas, podemos citar os flagelos que são as guerras coloniais e as imperialistas, disfarçadas ou não; a pena de morte e a escravidão; o Cassino da Bolsa de Valores que faz, do Mercado, um Deus, e o cinema de Hollywood, Deus do Mercado; os genocídios étnicos, passados e atuais; o mundo em chamas.
Contra essas tradições sempre se lutou. A Revolução Francesa, que representou um bem para a Humanidade, não respeitou as tradições da realeza; nós, se tivéssemos mantido nossas tradições monárquicas, hoje não seríamos República.
Cruéis tradições devem ser combatidas com vigor por serem contrárias à humanização do ser humano. Mas devemos recorrer às nossas boas e sadias tradições quando somos invadidos pela mídia globalizada, arte enlatada, notícias manipuladas, ódio racial, pensamento único.
Isto é a Cultura: acabar com as tradições malsãs criando novos caminhos, inventar uma ética. Se, no Brasil, já foi tradição a fome no Norte e Nordeste, Cultura é dar de comer ao faminto. Se é tradição o latifúndio improdutivo, Cultura é permitir que, quem sabe, pode e quer, que o faça produzir. Se foi tradição servil imitar a arte alheia, surgiram os Pontos de Cultura para liberar a nossa criatividade, engenho e arte.
Os Pontos de Cultura vêm nos lembrar que não se pode privatizar a denominação de Artista, pois Artistas somos todos nós, seres humanos: somos os inventores do mundo. Todos nós somos capazes de produzir Arte, - não uns melhor que outros, mas cada um melhor do que si mesmo.
Esta é, em Arte, a única competição que devemos aceitar: eu, comigo. Como escreveu o poeta quinhentista português, Sá de Miranda: “Comigo me desavim, sou posto em todo perigo, não posso viver comigo, nem posso fugir de mim”. Isto é Arte: todos nós conosco nos desavimos e, com o mundo, até mudarmos o mundo que temos, e mudar o que faremos.
Se era tradição nortear nossos passos pelo que fazem os países do Norte, temos agora que usar o neologismo de um amigo meu, temos que “sulear” nossos caminhos, estendendo a mão amiga aos países que estão nesta mesa, e a outros que, nesta mesa, também têm assento e, no nosso coração, lugar.
Reconhecemos a nossa fraternidade com os países da América Latina, como o Equador; africanos, como a África do Sul; asiáticos, como a imensa Índia; e eu, como bom português trasmontano que também sou, de Justes e Vila Real, saúdo a presença querida de Portugal.

* Escritor, dramaturgo, diretor e fundador do Teatro do Oprimido

Nota: O texto foi produzido para a Mesa Redonda "Arte e Cidadania", realizada em 25 de novembro, no Centro Cultural da Ação da Cidadania, durante o Fórum Cultural Mundial 2006.


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Direto da terceira margem do rio

São Paulo e suas Curiosidades...



Maior cidade do hemisfério sul, 96 distritos, 31 subprefeituras, 10,5 milhões de habitantes em 1.509 km2, mais de 5 milhões de veículos(entre carros, motos, ônibus e caminhões) circulando nas suas ruas, cerca de 1.200 linhas de ônibus e 2.000 bairros(entre legalizados e ilegais), estas são algumas grandezas e curiosidades da cidade de São Paulo

Bob Rabbit

26 de fevereiro de 2008

Lembrança de minhas férias!



Ele ( prefiro não dar o nome ) me disse:

People say “The best wine is the one I like”. However , enjoyment and taste is something that can be learned, refined and matured. In a way, pleasure is a matter of habit.
E Eu disse: Falar sobre vinho é bom, mas melhor ainda é beber uma boa garrafa....
Ficamos bêbados!

Bob Rabbit
Da terceira ( hic ) margem do (hic) rio.

26 de fevereiro 2008

Acabou o sonho!

Fidel Alejandro Castro Ruz (Birán, Holguín, 13 de Agosto de 1926)
Foi o primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros (presidente da República) de Cuba, a qual governou de 1959 a 2008 como chefe de governo e de 1976 a 2008 como chefe de estado.
Ele anunciou no jornal do partido comunista Granma que tinha decidido se aposentar da sua posição como presidente de Cuba em 18 de fevereiro, 2008.
O último comunista de plantão abandona o posto. Agora so nos resta o capitalismo selvagem!

da terceira margem do rio

Roberto

Acabou o Carnaval... Feliz Ano Novo!



Para os Ocidentais o ano –novo é 2008 . Para os chineses é 4076; para mulçumanos, 1429; para judeus 5768. Mas não importa o número que o ano leva ou o bicho. Importa a idéia de renovação.
Como diria Drummond “doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entragar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez”
Feliz Ano Novo procês

Bob Rabbit
De ressaca do carnaval.

POSTADO EM 13 DE FEVEREIRO DE 2008! uhaUHAUHA!!!

Prefeito acabou com cortiços e inaugurou favelas!



O baiano Cândido Barata Ribeiro quando prefeito do Rio de Janeiro , isso em 1893, mandou derrubar um cortiço apelidado de Cabeça de Porco. Na época quase 4 mil pessoas moravam ali. Com o início da “cirurgia” ( envolvendo 140 operários e mais a polícia) Barata Ribeiro punha abaixo o cortiço e facultava à gente pobre que ali habitava tirar as madeiras que podiam ser aproveitadas.
O Povo saiu dali para o Morro da Favela ( a primeira favela do Rio) construindo suas casas com os restos do cortiço.
Hoje Barata Ribeiro é nome de Rua e as Favelas... Bem as favelas dominaram o Rio.

Bob Rabbit
Direto da terceira margem ... do rio

POSTADO EM 13 DE FEVEREIRO DE 2008!

LP faz 58 anos em plena forma



Lado A e Lado B, agulha de safira na bandeja da vitrola, girando. Hoje item de colecionador, o long play surgiu em 1948. Chegou por aqui ( na república da banana) em 1950, mesmo ano da TV brasileira. O priomeiro LP foi Carnaval lançado pela Capitol.
O Bolachão reinou no mercado fonográfico por 40 longos anos substituidos pelo CD e DVD e MP3 e por ai vai....

Bob Rabbit
Direto da terceira margem do rio.

uv