O país islâmico pune estuprador e vítima com decapitação em público. As cabeças são costuradas de volta ao corpo e os envolvidos são enterrados. Também há a execução por apedrejamento, que é mais lenta e sofrida para o criminoso

Reprodução O país islâmico pune estuprador e vítima com decapitação em público. As cabeças são costuradas de volta ao corpo e os envolvidos são enterrados. Também há a execução por apedrejamento, que é mais lenta e sofrida para o criminoso

O mentor do estupro coletivo de quatro adolescentes em 2015, Adão José de Sousa, foi condenado a 100 anos de prisão na última quarta-feira (28). Quatro menores, com idades entre 15 e 17 anos, estupraram quatro meninas em Castelo do Piauí. As adolescentes foram encontradas com rostos e partes dos corpos dilacerados por pancadas de pedra. Uma das vítimas faleceu no hospital. A acusação apresentada pelo Ministério Público envolveu porte ilegal de arma, estupro qualificado, homicídio qualificado, tentativa de homicídio, corrupção de menores e associação criminosa. 

A condenação de 100 anos pelos crimes, porém, vai contra determinação do Código Penal brasileiro sobre a permanência máxima de 30 anos em cárcere privado para criminosos em plena consciência dos próprios atos. Isso significa que embora o resultado do julgamento pareça atender à gravidade do crime, ela é mais simbólica do que efetiva. Se considerado imputável, Adão José de Sousa não deve passar o resto da vida atrás das grades. Casos de estupro têm clamor público no mundo todo e as penas podem ser de impressionar. Na Arábia Saudita, por exemplo, vítima e estuprador são decapitados em público, confira como o estupro é punido em 10 países.

 

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