Um estudo do Instituto Max Planck de Cibernética Biológica, na Alemanha, concluiu que homens não ficam excitados mais facilmente do que mulheres. Ou seja, a pesquisa afirma que excitação sexual não depende de gênero ou orientação sexual.

O levantamento aponta que as diferenças neste campo não são biológicas, mas causadas por motivos culturais e sociais. “Não há diferenças em nível neurobiológico sentido por homens e mulheres diante de imagens eróticas”, explica o artigo publicado na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences.

Os profissionais responsáveis pelo estudo analisaram mais de 60 pesquisas anteriores realizadas em vários países que somavam as reações de mais de 1850 pessoas. Através de exames, foram analisadas as reações de indivíduos de culturas e orientações sexuais diferentes diante de imagens e vídeos eróticos.

“O reconhecimento de que nos comportamos da mesma forma no que se refere à excitação pode ajudar a quebrar tabus e clichês”, analisou o neurologista Hamid Noori, responsável pela pesquisa.

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