Se você anda de metrô em São Paulo pode se deparar, eventualmente, com uma intervenção como essa aqui em cima. Desde agosto, ao menos, ativistas têm colado adesivos, em vagões de trens, que criticam o esquema de corrupção do governo do PSDB para favorecer empresas em licitações da CPTM e do Metrô.

Os adesivos, que se “camuflam” em meio a placas de sinalização dos vagões, trazem mensagens como “Superfaturado” ou “Este trem foi superfaturado em uma licitação fraudulenta”.

A revista IstoÉ foi quem denunciou, em julho, a existência de um propinoduto, abastecido por uma conta na Suíça, mantido durante os governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, para alimentar lobistas e agentes públicos. A empresa de tecnologia alemã Siemens admitiu o pagamento de propinas para vencer licitações com preços superfaturados.

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