Blocos com nomes curiosos

Montagem/Divulgação Blocos com nomes curiosos

Montar um bloco com nome curioso ou engraçado pode ser o passaporte para a fama para muitos grupos de amigos espalhados pelo Brasil que resolvem se aventurar no Carnaval.

Nesta brincadeira, alguns se tornam realmente grandes, no melhor estilo arrasa quarteirão. Outros permanecem mais acanhados, mas só de ler os seus nomes já garante boas risadas. As explicações sobre motivo que levou ao “batismo” são do jornal O Globo.

Virilha de minhoca

“Fundado por amigos em 1975, o “Virilha de Minhoca” surgiu da inspiração de um de seus fundadores, Jaime Lote. Brincando com o nome de outro bloco, o “Suvaco de Cobra”, ele recitou: “Nem Suvaco de Cobra/ nem pescoço de siri/ é o Virilha de Minhoca/ que chegou para sacudir”. O bloco é um dos mais tradicionais de Bangu.

Bloco da Ansiedade

“Não há nada mais hiperativo que o frevo. Depois de uma consulta com a minha psicóloga, resolvi defender a maioria. Todo mundo é ansioso”, justifica o olindense Fernando Carvalho, presidente do bloco que saiu no último dia 7, em Laranjeiras. O encontro, que acontece há 18 anos, tem no estandarte a frase “fundado no carnaval do ano que vem.”

Hora Certa de Cavalcante

“Fundado em 12 de outubro de 1993, às 15h. A exatidão do horário e a homenagem à madrinha Escola de Samba Em Cima da Hora deram origem ao nome do bloco do bairro de Cavalcante — que sai no domingo e na terça de carnaval.”

Unidos da Pastilha Frouxa

“O bloco se formou há 5 anos entre vizinhos de um conjunto de prédios na Freguesia. No carnaval de 2011, as pastilhas das fachadas começaram a soltar por um problema estrutural — dor de cabeça que acabou dando um nome único ao encontro.”

Parei de beber, não de mentir

“Foi entre amigos que o bloco de Curicica foi criado — assim como seu nome, que surgiu, de repente, como ideia de um dos presentes”.

Larga a Onça, Alfredo

“Um grupo de amigos que frequentava a escola Maracatu Brasil desejava montar um bloco de carnaval na região Laranjeiras. Um dia, um deles trouxe à tona um texto de Ariano Suassuna que falava do aparecimento de onças no Nordeste — depois de muito discutir, um deles se inspirou no assunto e sugeriu o nome.”

Eu não venho mais aqui

“Tudo aconteceu em um bar na Abolição. Das frequentes brigas de um frequentador com a dona do estabelecimento veio a frase “eu não venho mais aqui”. O bordão inspirou um samba e em seguida o bloco, fundado em 2011.”

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