O novo técnico do Sunderland, da Inglaterra, o italiano Paolo Di Canio, negou nesta quarta-feira em comunicado que seja “fascista”, depois da polêmica gerada por seu suposto posicionamento político, e as críticas ao clube após sua contratação.

“Não sou uma pessoa política, não estou filiado a nenhuma associação, não sou racista e não apoio a ideologia do fascismo. Respeito todo mundo. Sou um homem do futebol. Isto e minha família são minhas prioridades. A partir de agora falarei apenas de futebol”, comentou.

“Os ataques ao clube me feriram profundamente”, completou Di Canio.

O italiano, de 44 anos, respondeu assim a torcedores, jornalistas e até mesmo a Igreja Anglicana, que pediu a renúncia ao fascismo do treinador.

Na última segunda-feira, Di Canio já havia publicado comunicado dizendo que as palavras que o enquadraram como fascistas, publicadas em uma entrevista à uma agência de notícias italianas, foram tiradas de contexto, algo que voltou a repetir hoje.

“Acho que não tenho que seguir me justificando para pessoas que não entendem isso. Só direi uma coisa: não sou o homem que tentam apresentar”, afirma.

Di Canio aproveitou para defender o Sunderland, segundo ele, um clube “histórico, admirável e ético”. Nesta semana, a diretora-executiva Margaret Byrne defendeu publicamente o treinador.

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