Megan Rapinoe, a capitã da seleção americana feminina de futebol, já se destacou por seus comentários em relação à diferença de salário entre a seleção masculina e a feminina de futebol dos Estados Unidos, e protestou durante o hino em jogos da Copa Mundial Feminina. Agora, ela deixou claro o que pensa da “honra” de visitar o presidente Donald Trump.

É comum nos Estados Unidos os times ganhadores de campeonatos de diversos esportes no país serem convidados à Casa Branca, e a se encontrar com o presidente. No entanto, quando um repórter lhe perguntou se ela compareceria na visita caso ganhasse, a jogadora respondeu até rindo.

Sua exatas palavras? “Eu não vou para a p—- da Casa Branca. Não. Eu não vou pra Casa Branca. Nós não seremos convidadas. Eu duvido.”

Seus comentários chegaram no presidente Donald Trump, que respondeu dizendo que convida o time, e que “Megan não deveria desrespeitar seu país, a Casa Branca, ou a bandeira, já que muito foi feito por ela e seu time”.

Megan, que é lésbica, tem criticado abertamente a administração de Trump, e não é a primeira esportista a fazê-lo. A NBA, liga de basquete nacional americana, também recusou convites do presidente, e os ganhadores do Superbowl de 2018, os Philadelphia Eagles, também não compareceram.

A política vem dividindo famosos desde as eleições que resultaram na presidência de Trump.

Veja aqui quem foi a favor e quem foi contra o atual presidente dos Estados Unidos:

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