Pabllo Vittar conquistou um novo feito na semana passada. Além de ser a drag queen com o videoclipe mais visualizado no YouTube, a cantora conseguiu emplacar duas músicas no top 10 das mais tocadas no Spotify brasileiro.

Divulgação Pabllo Vittar

Um grupo de gays acusa seguranças do Monte Líbano de homofobia durante show de Pabllo Vittar no Clube Monte Líbano, na Lagoa, Rio de Janeiro. Oito pessoas teriam sido espancadas por seguranças de uma festa organizada pelo curso de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O caso será investigado pela Polícia Civil e acompanhado pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS), da Prefeitura do Rio. Os agredidos eram convidados VIP.

Em entrevista ao O Globo, um consultor ambiental de 27 anos, falou sobre o caso. “Nós fomos convidados para a festa. Ficamos numa área VIP e havia um compromisso dos organizadores de que iríamos subir no palco na apresentação de Pabllo Vittar. Quando tentamos subir, acabamos barrados. A confusão só começou mesmo quando um segurança, sem motivos, deu um murro no rosto de uma transexual”, afirmou ele, que é membro de um coletivo que administra a Casa Nem, na Lapa, instituição que acolhe transexuais, transgêneros e travestis em situação de vulnerabilidade.

De acordo com as as vítimas, a agressão foi caso de homofobia, transfobia e lesbofobia. “Não tenho nenhuma dúvida que a agressão dos seguranças foi movida por um caso claro de LGBTfobia. Você acredita que as agressões ocorreriam da forma que aconteceram se no nosso lugar estivesse um grupo de meninas de classe média e branca? Foi um caso de LGBTfobia”, afirmou o consultor ao jornal carioca. Após ter sido levado para o hospital, ele prestou queixa na polícia.

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