Kesha

Reprodução/Instagram

Kesha concedeu uma entrevista à New York Times Magazine sobre tudo o que viveu em sua carreira enquanto esteve trabalhando com o produtor Dr. Luke, com quem segue travando uma batalha judicial.

Em parte da conversa, Kesha relembrou o momento em que Luke começou a se tornar verbalmente agressivo e começou a chamá-la de “geladeira gorda” e ficava criticando seu peso na frente de todo mundo. “Eu estava sob muita pressão para passar fome. Eu até tentei e quase consegui me matar durante esse processo”, afirmou.

A cantora disse que está determinada a retomar sua carreira após passar por tratamento e até remover o cifrão ($) que colocou no seu nome artístico. “Estou recuperando minha força e minha voz. Estou pegando de volta meu poder e meu corpo. Estou recuperando minha vida”, afirmou.

Em outubro de 2014, Kesha entrou com um processo contra Dr. Luke. Ela alega abuso sexual, físico, verbal e emocional durante cerca de dez anos. Dr. Luke nega todas as acusações e afirmou que “nunca fez sexo com Kesha”.

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A advogada do produtor, Christine Lepera, soltou uma nota para comentar a entrevista de Kesha. “Esse artigo é parte de uma contínua ação coordenada da mídia para confundir o público, descaracterizar o que aconteceu ao longo dos últimos dois anos e ganhar uma simpatia injustificada.

“Kesha entrou com uma chocante e pavorosa queixa de abuso contra Luke Gottwald em 2014 para alavancar a negociação do seu contrato. O tiro saiu pela culatra. Ela nunca teve a intenção de provar suas reivindicações. No entanto, ela continua a jogar maliciosamente falsas acusações na imprensa para atacar o nosso cliente”, completou.

No Instagram, Kesha agradeceu à New York Times Magazine por “jogar luz na sua vida pessoal e legal”. “Não tem nada mais duro do que sonhar, trabalhar e lutar por algo sua vida inteira, desde que você tinha três anos, desde que você aprendeu a falar. Quando você finalmente alcança isso, alguém decidi tirar isso de você. Meu coração tem um furo gigante está literalmente doendo e latejando de tristeza e derrota. Imagine alguém ser o dono da sua voz e não deixar você cantar. Sempre usei o canto para lidar com tudo na minha vida. Meu direito me foi tirado”, completou.

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