Marcos Mion, no comando da quinta edição do Ídolos, da TV Record, falou sobre as brincadeiras que faz com o colega Rodrigo Faro durante a atração, em entrevista ao Virgula Famosos. O apresentador do Melhor do Brasil esteve a frente do programa nas primeiras quatro vezes que o reality show foi ao ar.

“É uma liberdade, criativa e humorística, que existe ali com a direção. Eles deram esse direcionamento de brincar com a história do Faro, algumas vinham no próprio texto, outras surgiam na hora. É um autohumor que não é tão comum na Record, não dá pra brincar tanto assim. Olha o Vale a Pena Ver Direito que eu faço [no Legendários], é sempre muito delicado”, disse Mion.

Sobre o fato de nenhum vencedor da atração ter ganhado destaque no meio musical, ele explicou: “O trabalho do programa é levantar um grande talento, se ele vai virar ídolo, depende da gravadora que vai fechar, que vai fazer a carreira dele. Acho que o programa é um formato testado no mundo inteiro, de muito sucesso e sempre sai ídolos. Então, espero que saia um aqui no Brasil também, até porque este ano a Record vai dar um prêmio de meio milhão de reais, que mesmo que o vencedor não tenha o trabalho de uma grande gravadora, ele vai ter verba o suficiente se quiser investir para fazer acontecer”.

O apresentador também não esqueceu de reconhecer o que aprendeu enquanto esteve em outra emissora: “O resultado do Ídolos está sendo tão bom, tendo um retorno tão positivo. Acredito que devo muito à minha história na MTV, porque eu conseguia [durante a gravação do programa] conversar com as pessoas e entender o que elas estavam falando, qual era a vida delas, o sonho delas, porque cantaram bem ou mal, em que erraram ou acertaram. É como se esses meus, sei lá, dez anos de MTV, me dessem bagagem para conseguir dominar um grande formato que é o Ídolos”.

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