O patrão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, venceu nesta quinta-feira (20) um processo contra um meio de comunicação alemão que o acusava de corrupção para se manter em uma posição de influência no negócio da F1.

Após um processo judicial que durou três meses no Tribunal Superior de Londres, os magistrados decidiram hoje a favor de Ecclestone, que foi processado pelo grupo alemão Constantin Medien.

O patrão da F1 era acusado de entrar em um “acordo corrupto” com um banqueiro alemão para facilitar a venda de participações da categoria a um comprador próximo a seus interesses, segundo o advogado do grupo alemão.

Durante o julgamento que foi realizado entre outubro e dezembro do ano passado, o empresário britânico reiterou que as acusações do Constantin Medien “carecem de fundamento”, ao mesmo tempo em que negou ter participado de “alguma conspiração”.

A companhia alemã, que alegava perdas econômicas devido ao caso, acusava Ecclestone de ter chegado a um acordo com esse banqueiro durante uma reunião mantida em Londres.

Em julho, a promotoria de Munique (Alemanha) acusou formalmente de suborno o magnata britânico pelo suposto pagamento de US$ 44 milhões a um antigo diretor do banco público bávaro BayernLB.

Segundo a promotoria alemã, Ecclestone pactuou um suborno com o banqueiro Gerhard Gribkowsky durante o processo de venda das participações que tinha a entidade bávara no negócio da Fórmula 1.

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