Quem gosta de tecnologia e sente inclinação para trabalhar na área de saúde pode optar pelo curso de Radiologia na hora de escolher a carreira profissional. Entre as diversas áreas de atuação, o tecnólogo em Radiologia encontra um mercado de trabalho extenso, uma vez que no país há muitos investimentos em equipamentos de diagnóstico de ponta. 

Mas o que exatamente faz um tecnólogo formado em Radiologia? Quem responde à pergunta é o professor Amaury de Castro Júnior, físico nuclear e coordenador do curso oferecido pela UNINOVE: “O tecnólogo tem por funções a execução de protocolos de aquisição de imagens médicas, o gerenciamento do setor de produção de imagens, a realização de procedimentos terapêuticos em radioterapia e o treinamento e docência na área”, define. Entre as áreas de destaque na atuação profissional, tomografia computadorizada, ressonância magnética, medicina nuclear, radioterapia e radiologia digital são as principais.

O conteúdo aprendido durante o curso explora disciplinas como química, física, matemática, anatomia, medicina nuclear e radiologia, com grande abordagem na tecnologia envolvida nestes segmentos. Para o tecnólogo em Radiologia, estar por dentro das evoluções tecnológicas que ocorrem na área é imprescindível. “Quem pretende seguir esta profissão deve ter aptidões pelo estudo do corpo humano e pela tecnologia que vem da computação, pois o futuro dessa área está intimamente relacionado com os avanços da tecnologia”, garante Júnior.

Quem escolher seguir a carreira poderá trabalhar em hospitais, laboratórios, clínicas, indústrias e fabricantes de equipamentos hospitalares. A recomendação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a contratação de profissionais qualificados em Radiologia em diversos setores aumentou a procura por graduados na área. Além disso, os altos custos dos equipamentos utilizados em diagnóstico levam as empresas a investirem na contratação de técnicos bem preparados.

Com duração de três anos, o curso oferecido pela UNINOVE não só capacita o aluno a compreender a estrutura e funcionamento do corpo humano, mas também a identificar as radiações e as técnicas de produção de imagens médicas com muita precisão. Em contato direto com equipamentos de última geração através de convênios de estágio estabelecidos com o Hospital das Clínicas, o Centro de Diagnósticos Brasil e o Hospital São Paulo, o graduando ganha em experiência e aprendizado.

E para quem tem dúvidas entre um curso superior e um técnico, vale lembrar que o peso de uma graduação conta muito no currículo. “Hoje um profissional com um bom perfil é aquele que possui formação superior, com pós-graduação na área e que pode acumular alguns anos de experiência prática”, afirma o físico Júnior. Para mais informações sobre este ou outros cursos, acesse www.uninove.br

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