A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey, proprietária do complexo do World Trade Center, alvo dos atentados de 11 de setembro de 2001, causou polêmica ao decidir que não chamará de Freedom Tower (Torre da Liberdade) o arranha-céu que está sendo erguido no local. O órgão batizou oficialmente o novo edifício de One World Trade Center.

O presidente da Autoridade Portuária, Anthony Coscia, explicou que o novo nome está sendo usado para promover o empreendimento no mercado imobiliário.

Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, que mataram quase três mil pessoas em Nova York, as autoridades da cidade elaboraram um ambicioso plano para recuperar o complexo.

Em abril de 2003, o arranha-céu ganhou o nome de Freedom Tower e, de acordo com a ideia original, teria altura total de 1.776 pés (cerca de 542 metros), relacionado ao ano da independência dos Estados Unidos.

No entanto, disputas contratuais e políticas e uma deficiente gestão do projeto de reconstrução provocaram notáveis atrasos nos prazos de construção do prédio e de outros projetos incluídos no plano, além de um forte aumento nos custos.

O governador do estado de Nova York à época da elaboração do projeto, George Pataki, criticou a mudança de nome e disse que esse edifício não é apenas uma propriedade imobiliária qualquer.

Em declarações à imprensa local, Pataki disse que o novo prédio é “é um símbolo do compromisso de superação dos ataques de 11 de setembro”.

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