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O massacre na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou onze pessoas mortas, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. Os tiros disparados, dentro do colégio, por Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos (que é ex-aluno e entrou no colégio informando que daria uma palestra), mataram nove meninas e um garoto, além do próprio Wellington, e outras 17 pessoas ficaram feridas.

A tragédia já virou assunto em todo o mundo, sendo repercutida pela rede de televisão CNN, dos Estados Unidos, e pela BBC, emissora de Londres que destaca o fato de Wellington ser um jovem e ter entrado atirando na escola em que estudou. Aqui no Brasil, o senador José Sarney (PMDB-AP), presidente da Casa, lamentou o ataque que, “de certo modo, é um ato de terrorismo”, especialmente por conta da morte de dez inocentes.

Pais de alguns dos 400 alunos que estudam na escola municipal Tasso da Silveira relataram, segundo o repórter Patrick Santos, o desespero das crianças, que buscaram abrigo em qualquer imóvel que tivesse as portas abertas. Um morador da região relatou que muitos estudantes ficaram no terceiro e último andar do prédio, tentando se esconder do atirador.

O coronel Djalma Beltrami, do 14º Batalhão da Polícia Militar, revelou que Wellington entrou como palestrante, conversou com professores e, dentro do prédio, começou a atirar. A irmã adotiva do atirador, identificada como Roselane, afirmou que o jovem estava muito ligado ao islamismo, não tinha muitos amigos e passava o dia na Internet.


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