(Foto: divulgação/ Idelizzare) Giselle Kenj

Ter vários catioros e gatinhos em casa já dá um trabalhão danado, agora pense em quem tem cobras de estimação no lar. Imagine o cuidado que se deve ter com esse animal exótico rastejando pelos cômodos, hein? A bióloga e bailarina Giselle Kenj mora e –  acredite se quiser – dorme na mesma cama com quatro cobras da raça Píton, sendo três albinas, intituladas carinhosamente por ela como seus “babies”.

“As cobras convivem comigo há mais de 20 anos e são considerados meus filhos. Me dão amor e recebem amor. Nada melhor do que receber um carinho pela manhã do animalzinho de estimação”, diz Giselle via assessoria.

A bailarina conta que os cuidados são muitos para que as cobras possam viver adequadamente na casa. Deve-se atentar até com a mudança de estação. Por exemplo: o verão é muito benéfico, pois o calor faz com que fiquem em perfeita harmonia com a saúde e o bem estar, dispensando a utilização de lâmpadas que muitas vezes tornam o ar inadequado e o nível de umidade prejudicial.

Já no inverno, a necessidade de lâmpadas e aquecedor faz com que o ar se torne mais seco e com isso, a hidratação deve aumentar. A falta de higiene e aquecimento pode causar doenças respiratórias fatais como a pneumonia, e contribuir para surgimento de mofo e fungos, facilitando o desenvolvimento de infecções bacterianas ou fúngicas.

Gisele procura manter o local impecável para seus “babies” e dispõe periodicamente de água e banhos para a hidratação do corpo e escamas. Uma vez por mês ela as leva ao veterinário para consulta e alimentação.

“Todas possuem uma característica diferente e se manifestam individualmente. O Thot tem uma natureza zen e sábia, o Rah é protetor, prudente e extremamente carinhoso. O Hórus é moleque e bem independente, e o Shiva tem a doçura de uma criança”, fala Gisele.

As pítons em seu habitat natural. Quer dizer, em casa

As cobras fazem parte dos shows de Giselle, que rodam o Brasil apresentando diversos formatos da dança egípcia, como clássica, espada, solo de derbake, véus, candelabro, punhal, saidi, snujs, beduína, pandeiro e a mais requisitada, a dança com a serpente.

“É inexplicável a sensação de quando as minhas ‘babies’ participam das minhas apresentações, me sinto elevada ao topo da serenidade, como as sacerdotisas com seus animais”, finaliza.

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