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Quem?!?! Banda goiania de “New Melody”

HIPSTER
Emílio: Eu sou um cara, que quando você olha para mim pode reparar que eu tenho essa cara de trouxa. Mas eu não sou um cara trouxa, sou um cara muito legal. Só que esses negócios muito modernos, quem cuida é a Amanda.
Bola: É verdade.
Carioca: Ela é desse departamento de inovações.
Emílio: E o sonho dessas pessoas é ser hipsters. Vocês são hipsters?
Mateus Carrilho: A gente não é nada.
Emílio: Não, mas vocês têm que ser alguma coisa.
Davi Sabbag: Olha, acho que por sermos de Goiânia, somos os hipsters de Goiânia.
Mateus Carrilho: A gente é cowboy, não é hispster.
Amanda: Ele tem o cabelo rosa!
Bola: Cowboy de cabelo rosa! Isso eu nunca vi.
Davi Sabbag: Não pode ser cowboy e ter o cabelo rosa?
Amanda: Não pode, é muito moderno.
Pior: Isso não é cowboy, é um “gayboy”.
Davi Sabbag: Pode ser. É melhor que hipster.

CENÁRIO ALTERNATIVO EM GOIÂNIA
Emílio: vocês são de Goiânia, certo?
Banda: Sim!
Emílio: E Goiânia é de onde surgiu aquela banda muito legal, que eu gosto bastante…
Amanda: Pedra Letícia.
Emílio: Isso, Pedra Letícia. É muito legal essa banda que também é de Goiânia, não é?
Mateus Carrilho: É, de Goiânia.
Emílio: E vocês são os caras que são de Goiânia, e são modernos, digamos assim. E eu queria saber se tem essa cena moderna em Goiânia, ou lá vocês são os caras meio doidos.
Candy Mel: Tem uma pequena cena. Não é muito grande, não.
Mateus Carrilho: Mas lá em Goiânia a gente frequentava o festival alternativo, que é bem diferente do Pedra Letícia, que fazia shows para outro público.
Emílio: Que é barzinho, né.
Mateus Carrilho: Sim, era mais barzinho.
Bola: Então vocês têm um espaço legal lá?
Mateus Carrilho: Então, lá quem domina é o sertanejo, né. Mas temos um espaço legal.

HISTÓRIA
Emílio: Agora que queria que vocês contassem um pouco sobre como que surgiu a banda.
Bola: Como é que vocês se conheceram e tal.
Mateus Carrilho: A gente se conheceu nos bares da vida.
Candy Mel: É, a gente se conheceu nas baladas, na noite. Isso foi há bastante tempo, uns dois anos antes da banda se formar. E a banda já tem um ano.
Mateus Carrilho: Na verdade, eu sempre fazia umas festas lá em Goiânia, fazia os vídeos para divulgá-las. Daí o Davi começou a trabalhar comigo. E uma vez, durante uma festa que se chamava “U ó”, que era voltada para música brega, a gente teve a ideia de montar a banda.

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