Em um dia, Jordan Adlard Rogers, de 31 anos, estava trabalhando em abrigos como cuidador de saúde e, no outro, se viu herdeiro de uma fortuna de $50 milhões de libras (aproximadamente R$ 256 milhões).

O inglês tentou por anos fazer um teste de DNA para provar que o aristocrata Charles Rogers era seu pai, mas nunca conseguiu a autorização. Mas, em agosto do ano passado, Rogers morreu e o exame foi finalmente autorizado pela justiça. O resultado deu positivo e, como o milionário não tinha outros filhos e nem parentes vivos, Jordan é o único herdeiro da National Trust Penrose, mansão avaliada em milhões. Agora, ele vive dos lucros da propriedade.

Jordan contou ao site Metro que, quando tinha 8 anos, Charles o procurou para fazer o teste de paternidade, que nunca aconteceu naquele período. “Quando fiz 18 anos, bati na porta dele e pedi para fazer o exame novamente. Ele disse que era para eu procurar advogados. Na época, eu tinha outras prioridades. Aos 20 anos, escrevi cartas que nunca foram respondidas. Só há três anos, procurei um advogado”, disse.

E, continuou: “as pessoas dizem que sou sortudo, mas preferia que ele tivesse me reconhecido como filho”. O inglês, que é pai de uma menina, largou o emprego e agora está se acostumando com a nova vida. Ele disse que doará parte da herança a abrigos da região, locais em que ele viveu por alguns anos. “Eu tive um começo de vida muito difícil e agora que estou aqui não quero me esquecer de onde vim”, comentou.

Charles, segundo a imprensa local, tinha problemas com abuso de drogas e morreu vítima de uma overdose. O milionário não vivia na mansão que deixou, mas sim em seu carro. Dias após ter morrido, foi encontrado no veículo com sinais de desnutrição.

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