O grande momento por que passa a música brasileira promete ser mantido e até ampliado em 2015. Para comprovar a tese, nós separamos cinco nomes que talvez você nunca tenha ouvido, mas que se tornarão familiar ao longo do ano.

O pop eletrônico de Mahmundi, tem a cara do ano que chega. Marcela Vale trabalhou como técnica de som do Circo Voador e, pelo jeito, aprendeu tudo no  lendário palco. Em 2015, ela irá lançar um álbum que deve chegar fazendo barulho.

Outro que deve chegar com um discaço é Rico Dalasam. Se é tempo de rap, como demonstraram Racionais MCsCriolo em 2014, o paulistano do Taboão que é um dos primeiros gays declarados em um meio machista é uma aposta certeira. Sua arma, além do discurso e de musicalidade polida na igreja, uma pitada de new beats e colorações ácidas para tirar o hip hop um pouco do sério. Que marra é essa, irmão?

Caetano é f*da mesmo. Depois de Moreno, agora é a banda do filho caçula dele, Tom Veloso, que chega arrebentando. Em 2014, a Dônica lançou um EP e chegou fazendo certo barulho e assinados com a Sony. Se em 2015, você ouvir o som da molecada e sentir que uma força estranha o leva a cantar e não estranhe.

Filho de Leno, da dupla da Jovem Guarda Leno & Lilian, Diogo Strausz é um dos expoentes da nova geração. DJ, músico e produtor, ele foi um dos responsáveis por deixar o som da neodiva Alice Caymmi, revelação de 2014, ainda mais contemporâneo.

Spectrum Vol. 1, seu primeiro álbum solo, sai agora em janeiro e abre o ano com o pé na porta.

Xênia França, baiana radicada em São Paulo, integra o Aláfia, grupo que foi uma das revelações de 2014. Linda e talentosa, ela é uma diva black pronta para explodir em 2015.

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