Aquela garotinha do Trem da Alegria cresceu e se transformou em uma cantora que compôs, produziu e gravou seu novo CD que chegou às lojas nesta semana. Do infantil para o pop dançante, e agora a música eletrônica brasileira, ‘Respirar’ é um marco na carreira de Patrícia. Lançado pela Trama, o disco conta com 12 faixas, sendo 11 assinadas pela cantora.

Desde 1998, quando lançou seu último disco da sequência Lux Music, Patrícia estava longe da TV e do rádio, mas por opção. Depois de voltar do exterior, onde fez show em Nova YorK e uma turnê no Japão, a cantora estava apaixonada por seu atual marido, Bruno E, e a espera de Arthur, filho do casal. “Assim resolvi parar com tudo, estava cansada da mídia, do mundo artístico. Foi quando comecei a pensar no meu próximo CD, com calma e pesquisando muito”.

Patrícia afirma que a música eletrônica já existia dentro de seus trabalhos, porém quando conheceu Bruno, a tendência ficou mais forte na sua vida. “Pude conhecer o Drum´n Bass, o Trip Rock, entre outros. Tudo isso foi fundamental para poder produzir um som novo”. De tudo o que viveu antes de chegar até o álbum ‘Respirar’, a cantora diz que o que ficou foram as experiências musicais.

Durante esse tempo de ‘retirada’, iniciou o contato com a religião budista e a filosofia oriental. “Foi o que mudou a minha vida, minha maneira de ver o mundo. O que me levou a querer passar ao público essa felicidade interior que eu tenho comigo agora”. Com um álbum de canções poéticas cheias de novos ritmos, uniu as experiências ao desejo de levar ao público, tanto ao antigo quanto aos clubbers da música eletrônica, canções que servem de espelho do que hoje constitui seu perfil. Muita espiritualidade é encontrada nas músicas.

A expectativa da cantora para o disco é que possa trazer coisas positivas. “Não fiz um CD para a grande massa, é um disco conceitual. Com calma, quero consolidar o trabalho como cantora e compositora.”

Patrícia Marx comenta o CD ‘Respirar’ faixa a faixa

Um Bate – Bola com Patrícia Marx

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