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O primeiro-ministro russo Dmitry Medvedev voltou a pedir a liberdade das integrantes da banda punk Pussy Riot presas desde março deste ano.

Três das doze integrantes do Pussy Riot foram presas após gravarem uma performance dentro de uma catedral de Moscou, que virou um vídeo contra o presidente russo Vladimir Putin.

Medvedev já havia se pronunciado a favor da soltura em setembro, e em depoimento ao jornal inglês The Daily Telegraph, deu a entender que achou a prisão das roqueiras um exagero.

“Elas são pessoas desagradáveis, tanto por fora como por dentro. Elas provocam emoções extremamente negativas em mim, e eu não gosto nem de tocar nesse assunto. Mas se eu fosse o juiz, eu não teria as mandado para a prisão”, afirmou. “Eu não acho correto que o castigo delas seja esse. Elas ficaram presas antes do julgamento, e isso foi o bastante”.

Das três integrantes presas, uma foi solta. A justiça russa aceitou o apelo do advogado de Yekaterina Samutsevich, que não conseguiu nem pegar a guitarra que tocaria na performance antes de ser expulsa da catedral. As outras duas foram levadas para penitenciárias afastadas da capital, e as nove integrantes remanescentes não foram identificadas.

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