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A causa oficial da morte da cantora Whitney Houston foi um afogamento acidental, segundo informou nessa quinta-feira (22) o escritório legista do condado de Los Angeles.

A investigação revelou que na morte da artista também influenciaram seus problemas cardíacos e o consumo de cocaína. Whitney foi encontrada afogada em uma banheira numa suíte do hotel Beverly Hilton, de Los Angeles.

Nas análises toxicológicas realizadas posteriormente, foram detectados restos de cocaína e metabolitos (substâncias que ficam depois da decomposição de um medicamento por parte do organismo) que “contribuíram à morte” da cantora, segundo o relatório do escritório legista.

Também foram detectados restos de maconha, alprazolam, ciclobenzaprina e difenidramina, mas estas não contribuíram para a morte da artista. Além disso, descartou-se qualquer indício de ato criminoso no incidente.

O comunicado do escritório legista também faz alusão a uma arteriosclerose (endurecimento das artérias). Segundo os Institutos Nacionais da Saúde (NIH) dos Estados Unidos, trata-se de um transtorno comum que ocorre quando se acumula gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias e formam estruturas duras chamadas placas.

Com o tempo, essas placas podem bloquear as artérias e causar sintomas e problemas em todo o corpo. O documento fornecido pelo escritório legista lembra que a autópsia no corpo de Whitney, de 48 anos, foi feita no dia 12 de fevereiro.

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