A partir de quinta-feira (1), em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pacientes terminais com um prognóstico de seis meses ou menos de vida poderão optar se querem continuar vivendo ou não. Entrará em vigor a lei ‘pelo direito de morrer’, que legaliza o suicídio assistido no estado.

A norma dá à pessoa doente a opção de tomar remédios letais prescritos por médicos. Para o requerimento ser aceito, o paciente precisará passar pela avaliação de psicólogos e psiquiatras a fim de provar que possui capacidade mental para realizar esta decisão final, explica o noticiário CBS New York.

“Permitir que residentes com doenças terminais escolham terminar a vida por si mesmos é a coisa certa a se fazer”, afirmou o governador Phil Murphy em Abril, quando assinou o Ato de Auxílio à Morte Para Pacientes Terminais. “Estamos proporcionando a esses pacientes e suas famílias a humanidade, dignidade e o respeito que eles tanto precisam neste momento difícil de suas vidas”, explicou na ocasião.

Nos Estados Unidos, o suicídio assistido também é permitido no Colorado, Havaí, Distrito de Columbia, Oregon, Vermont, Washington e Maine, onde a lei entrará em vigor em Setembro.

Contudo, é preciso ter cuidado para não confundir o suicídio assistido com a eutanásia. Em Março de 2018, uma médica brasileira decidiu ir para a Suíça em busca da morte assistida e levantou um debate sobre o assunto. Aqui explicamos a diferença entre os dois procedimentos.

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