David Bowie faz anos. São 68 primaveras nesta quinta-feira 08 de janeiro. E para quem não sabe, o popstar inglês nunca se limitou a ser “apenas” cantor e compositor – digo apenas porque sua incrível obra musical já seria o suficiente para colocá-lo no panteão de deuses da cultura pop.

Mas Bowie fez muito mais, principalmente como ator. Ele atuou em mais de 30 filmes e séries de TV, de 1967 a 2009, além de peças de teatro. E em muitas dessas obras entregou atuações antológicas. Relembre a seguir as encarnações mais marcantes de Bowie como ator de cinema.

O Homem que Caiu na Terra (1976)
Bowie interpreta um ser de outro planeta que desembarca na Terra e acaba vivendo diversas experiências neste filme alternativo que é a cara dos anos 70.

Apenas um Gigolô (1978)
Bowie contracena com um de seus maiores ídolos: Marlene Dietrich. O cantor interpreta um ex-herói de guerra que vira gigolô de mulheres ricas.

Fome de Viver (1983)
Clássico da pós-modernidade dos 80’s, traz Bowie e Catherine Deneuve como um casal de vampiros chiquérrimos. Mas ele sofre de uma terrível doença que o faz envelhecer rapidamente até a morte.

Furyo em Nome da Honra (1983)
O cantor vive um prisioneiro de guerra inglês num campo de concentração japonês. Jack Celliers, papel de Bowie, tem uma sufocante e misteriosa relação aparentemente gay com o comandante do campo, vivido pelo músico Ryuichi Sakamoto.

Labirinto, a Magia do Tempo (1986)
O cantor encarna o bizarro e sedutor líder dos duendes que sequestram o irmãozinho de Sarah (Jennifer Connelly) e exigem que ela decifre o segredo do labirinto nesta fantasia desvairada que marcou os anos 80.

A Última Tentação de Cristo (1988)
Bowie faz o papel de Pôncio Pilatos, aquele que “lavou as mãos” quanto à crucificação de Jesus Cristo.

Basquiat, Traços de uma Vida (1996)
Aqui Bowie encarna outro de seus ídolos: o artista plástico Andy Warhol (1928-1987), o pai da pop art, em sua relação de apadrinhamento com o também genial artista Jean Michel Basquiat.

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