Parece que o site da Vulture, da revista New Yorker, esqueceu um pequeno detalhe quando divulgou uma nota dizendo que Clint Eastwood queria Joaquin Phoenix no papel de possível amante de Leonardo DiCaprio em Hoover: perguntar para o próprio diretor se era verdade.

Agora, em uma declaração feita à agência de notícias Reuters, Eastwood esclareceu que não é bem assim. “Não, não sei de onde veio isso…ele não virou um rapper?”, questionou o cineasta, fazendo referência ao falso documentário de Phoenix, I’m Still Here.

Por outro lado, a contratação de Leonardo DiCaprio para o papel de J. Edgar Hoover – o poderoso chefe do FBI que ficou 48 anos no cargo – está praticamente certa. Segundo Eastwood, o contrato está “em processo de assinatura” pelo ator.

Ainda não está descartada a hipótese de outro ator ficar com o papel de Clyde Tolson, apontado como amante de Hoover na vida real, mas de qualquer forma o fato de Hoover ser gay ou não não terá tanta importância no roteiro de Dustin Lance Black (Milk – A Voz da Igualdade).

“Ele (Hoover) era uma pessoa muito complexa. O aspecto homossexual é apenas um entre muitos. Eu diria que esse é o menor dos problemas dele. Mas ele também era muito esperto, seja de modo positivo ou negativo, ele era muito esperto sobre como manter um certo posicionamento em sua vida, então esse é um estudo interessante”, concluiu Eastwood.

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