E lá se foram 25 anos. A edição 176 da revista Playboy, que chegou às bancas em março de 1990, trazia na capa a estrela Luma de Oliveira, mas com um destaque muito especial: Roberta Close, sob os dizeres: “Pela primeira vez, o novo corpo de Roberta Close”.

Era a grande vitória de Roberta, que havia marcado os anos 80 como uma das maiores polêmicas sexuais do Brasil – travesti, transexual, transformista, hermafrodita, enfim, os absurdos rótulos se embaralhavam e ninguém conseguia decifrar o enigma.

O fato é que ela foi um ícone do período, numa época em que o país – enfim saindo da ditadura militar de 21 anos e buscando o resgate das liberdades – estava bem mais liberal e aberto, muito menos conservador do que hoje.

Só esse momento explica a notável repercussão de Roberta no meio social e cultural da década de 80. Alguém imagina no Brasil de hoje homens famosos com fama de machistas posando romanticamente ao lado de uma transexual? Pois Roberta Close conseguiu isso e muito mais. Entenda o caso e saiba tudo sobre sua meteórica trajetória na galeria a seguir:

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