Hope Solo, Guga e Michael Phelps

Montagem/Reprodução Hope Solo, Guga e Michael Phelps

As olimpíadas estão quase acabando e ela com certeza deixará boas memórias. A televisão deu um show de transmissão com milhares de canais pra gente assistir de tudo, do tênis de mesa a vela, da marcha atlética ao levantamento de peso. Os atletas também fizeram a alegria da galera e as redes sociais deram mais graça a esses momentos maravilhosos. Vamos ver quem mereceu a medalha de ouro e quem amargou a medalha de lata nessas olimpíadas:

Medalha de ouro:

– Guga

O labrador humano conquistou a todos logo no início dos jogos.

Chorou emocionado e fez todo mundo chorar junto depois de carregar a tocha na abertura:

Fez uma parceria incrível com o Galvão:

E deu um show de carisma em geral sempre que apareceu. O Brasil pede por um programa diário com Guga, Galvão e o lutador Júnior Cigano.

– Cris Dias

Cris Dias merece todos os ouros simplesmente por ter permanecido uma simpatia mesmo ao lado do William Waack durante toda a olimpíada.

– Michael Phelps

O maior nadador de todos os tempos parou de nadar, entrou em depressão, quase se matou, casou, teve filho e voltou para quebrar ainda mais recordes no Rio 2016.

Foi difícil não se emocionar e não torcer para o maior medalhista da história das olimpíadas.

– Fu Yanhui

A nadadora chinesa chamou muita atenção nessa olimpíada. Fez caretas engraçadas e uma inesquecível expressão de surpresa ao descobrir que ganhou a medalha de bronze (ela chegou empatado com outra competidora no terceiro lugar em sua prova).

– David Kotoatau (Kiribati)

Logo na abertura o porta-bandeira do Kiribati mostrou que veio ao Rio de Janeiro para esbanjar simpatia:

https://twitter.com/imstickingwithu/status/765341272680914944

Fez dancinha sempre que levantou os seus pesos e levou o público brasileiro ao delírio. Depois ainda disse que a dança era uma forma de chamar atenção para o problema do aquecimento global, que pode levar a ilha do Kiribati, que fica no Oceano Pacífico entre a Austrália e o Havaí, a desaparecer. “Faço tudo pelo meu povo. É por eles que estou aqui”, afirmou. Que homem.

– Isaquias Queiroz

Isaquias Queiroz está a um passo de se tornar o brasileiro com maior número de medalhas em uma única edição das olimpíadas. Se isso acontecer, acredito que é necessário erguer um busto dele ao lado do Cristo Redentor.

O canoista de Ubaitaba, na Bahia, já levou o bronze na canoa individual 200m e a prata na canoa individual 1000m. No sábado (20) disputa o ouro na canoa dupla 200m.

Bom lembrar: tudo isso com apenas 22 anos. O Brasil precisa desse Michael Phelps arrocheiro:

Medalha de lata:

– William Waack

Tomou toco da Anitta logo no início das olimpíadas:

https://twitter.com/bchartsbr/status/761792311303036928

E protagonizou ao lado de Cris Dias grandes momentos da cobertura jornalística da Globo nestas olimpíadas:

– Ryan Lochte

O nadador americano foi protagonista de uma das maiores presepadas dessas olimpíadas. Saiu pra farra, disse que foi assaltado com uma arma na cabeça, foi provado que era tudo mentira e deixou os brothers no Brasil pra resolver a situação.

Saiba mais sobre o caso neste post aqui.

– Renaud Lavillenie

O francês do salto com vara era o favorito na prova contra o brasileiro Thiago Braz, mas o favoritismo não foi suficiente. O ouro ficou com o Brasil e Renaud colocou a culpa da derrota na vaia, nos brasileiros e chegou até a comparar a torcida do Brasil com a Alemanha nazista e o estádio em Berlim, de 1936, que estava contra o americano negro, Jesse Owens.

Renaud chegou a pedir desculpa pela declaração depois, mas a situação já estava feia demais. Pelo menos os dois fizeram as pazes no fim.

– Hope Solo

Antes mesmo da olimpíada começar, a goleira dos Estados Unidos postou uma foto infame com um “kit anti-zica” em suas redes sociais. Obviamente, o brasileiro não deixou barato e gritou “oooo zika” toda vez que Hope ia bater um tiro de meta.

O time americano, que tinha ido para todas as finais olímpicas até agora, acabou sendo eliminado prematuramente nas quartas-de-final. Certamente Hope Solo não vai se esquecer do Brasil tão cedo.

– O grito de “Eu acredito!”

Há algo em comum entre a semi-final do futebol feminino, semi-final do volêi de praia feminino, final do volêi de praia feminino, quartas-de-final volêi feminino e o basquete masculino na primeira fase. Em todos esses jogos, quando o Brasil estava perdendo, a torcida brasileira puxou o grito de “Eu a-cre-di-to!”. Conclusão: fomos eliminados ou perdemos todos esse jogos. Fica a lição, pelo amor de deus, parem com isso.

Eu acredito

 

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