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Que atire a primeira pedra aquele que nunca inventou uma mentirinha inocente para faltar ao happy hour constrangedor da firma ou para pular o almoço de família com os tios do interior, que adoram fazer perguntas impertinentes e fora de hora. Sim, contar uma mentira de vez em quando é normal e totalmente compreensível, na maioria dos casos. O problema é que tem gente que só falta ter pós-graduação na arte de ludibriar os outros, inventando histórias sem pé nem cabeça, de um jeito preocupante e até perigoso.

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O FBI conta com especialistas preparados para sacar o menor deslize dos mentirosos compulsivos, como uma piscada de olho mais demorada ou um tique nervoso momentâneo, como a contração dos lábios. Mesmo assim, sempre é bom lembrar que, para toda regra, existe uma exceção; por isso mesmo, não adianta pegar qualquer um desses sinais isolados e afirmar que a pessoa em questão está mentindo, com certeza absoluta. Cada caso é um caso!

O agente Mark Boutton, em entrevista para a Business Insider Singapore, comentou que a conversa com o “mentiroso” deve começar sutil, descontraída e sem aqueles ares de “interrogatório”. Só assim você consegue perceber alguns tiques e manias da pessoa, que ainda está relaxada e sem qualquer tipo de defesa inconsciente.

Tá desconfiando de alguém ou quer tirar uma história a limpo? Então, fique ligado nesses sinais básicos aqui:

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