Em sua estadia no Brasil, o historiador ficou surpreso ao saber de um estudo que diz que 85% dos brasileiros se dizem brancos quando mesmo tendo mais de 10% de genes africanos. “Como encontrar objetividade em um país em que a população ‘inventou’ 134 termos diferentes para se autodescrever no censo?”, pergunta ele.

O assunto raça fez com que Ash falasse também das cotas universitárias, que nos EUA, foi proibida por ser vista como uma forma de descriminação. Ele acha que essas ‘vantagens’ farão mais pessoas se verem como não-brancos.

“No passado, as pessoas tenderam a se definir do lado mais claro do espectro, especialmente à medida que se tornavam mais prósperas. Se as cotas resultarem em mais pessoas preferindo considerar-se negras, que seja. Depois de tantos séculos de escravidão, faria sentido colocar um pouco de peso do outro lado”.

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