O clássico M do McDonalds invertidos para parecer um W. (Reprodução)

O clássico M do McDonalds invertidos para parecer um W. (Reprodução)

Não é novidade — amanhece o dia 8 de março e marcas ao redor do mundo fazem ações para “homenagear” o Dia das Mulheres. O McDonalds entrou na onda: a rede de franquias decidiu inverter os seus icônicos arcos amarelos e transformar o M em um W, em referência à palavra “Women”, “Mulheres”, em inglês.

Em comunicado no seu site oficial, a marca diz: “Nós reconhecemos a contribuição extraordinária das mulheres. De empregadas a donas de franquias, de fornecedoras a parceiras da comunidade, até as nossas clientes, nós nos inspiramos pela sua força e liderança. Nos Estados Unidos, temo o orgulho de divulgar que seis a cada dez gerentes de restaurantes são mulheres. Elas comandam os negócios do MacDonald’s cada e todo dia. Então, eu homenagem às mulheres em todos os lugares, nós estamos invertendo o nosso icônico logo pelo Dia Internacional da Mulher”.

Mas, como tudo no mundo, teve quem não gostou da ação. No Twitter, a empresa foi acusada de praticar um feminismo corporativista, o “McFeminism”, enquanto outros instaram a empresa a se focar em ações concretas, como um pagamento decente para os funcionários, em vez de “gestos simbólicos”. Dá uma olhada:

Analista de custo-benefício: é mais barato mudar todos os nossos ícones do que pagar aos nossos empregados mulheres (e homens) um salário decente

McDonalds: feito!

 

Isso é hilário. Fiquem com seu gesto simbólico e paguem seus trabalhadores mulheres (e homens) um salário decente

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