O Sindicato dos Metroviários relatou que a classe já tinha feito diversas manifestações públicas como a distribuição do Jornal do usuário nas estações do metrô. O periódico continha críticas à represália do governo do estado em relação aos funcionários que protagonizaram o episódio de 23 de abril. Outro ato público foi a manifestação ocorrida em frente à sede da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Outro ato público foi a manifestação ocorrida em frente à sede da Secretaria de Transportes Metropolitanos.

O porta-voz do sindicato comunicou ainda que houve um adiamento da greve. Aparentemente ela estava agendada para dia 9, quarta-feira, mas a data foi mudada em respeito aos católicos, que precisaram do transporte público devido à visita do papa ao Brasil.

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