Um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu que nenhuma mulher síria é imune à violência sexual e de gênero devido a guerra civil do país. O conflito na Síria já dura oito anos, matou mais de 500 mil pessoas e criou a pior crise de refugiados do mundo desde a Segunda Guerra Mundial.

Médicos, advogados e ativistas tentam achar um jeito de apoiar e cuidar destas mulheres. “Parte do processo de cura é falar sobre a dor. Precisamos derrubar a barreira do silêncio”, diz Hind Kabawat, ativista e embaixadora da Comissão de Negociação Síria (SNC, sigla em inglês), ao Independent. “Ninguém quer falar sobre violência sexual porque é muito grande e difícil”.

Kabawat comanda três instituições no país que cuidam das mulheres por meio de terapias com arte, música e oferece aulas de computação e inglês.

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