Carnaval alternativo

Montagem/Gilda Midani/Reprodução/Facebook Carnaval alternativo

Nem só de escola de samba e blocos vive o Carnaval. Nesta época, alternativas para quem está a fim de ir além do tradicional, se espalham pelo país.

Em Rio Negrinho, Santa Catarina, de 9 a 14 de fevereiro, o Psicodália recebe nomes como Jorge Ben Jor, Zé Ramalho, Lô Borges, Arrigo Barnabé, Banda Tutti Frutti, Som Nosso de Cada Dia.

Já em Pedralva, sul de Minas,  nos dias 10, 11 e 12, rola o The Carnawall 2018, organizado pelo Bloco do Pink Floyd. Curiosamente, assim como o festival catarinense, o “maior evento floydiano do Brasil”  também chega a 21ª edição. Eles comemoram ainda 50 anos do álbum A Saucerful of Secrets e Roger Waters no Brasil com a Us + Them Tour.

Outra opção fora do eixo RJ-SP é o Festival Rec-Beat, em Recife. O lineup, divulgado por completo esta semana, é um painel da diversidade sonora brasileira, com Erasmo Carlos, Xênia França, Don L, Rimas & Melodias,  Larissa Luz, MC Tocha,  Black Devil Disco Club, Johnny Hooker, Fémina, Diomedes Chinaski e outros.

O Rec-Beat chega a sua 23ª edição entre os dias 10 e 13 de fevereiro no histórico Cais da Alfândega, durante os quatro dias do Carnaval no Recife, capital pernambucana, com acesso gratuito.

Totalizando 24 atrações, o festival será palco para diversos lançamentos de discos e shows inéditos no Recife e também a estreia de artistas da Espanha, Argentina, França e Alemanha em solo brasileiro, sublinhando o propósito do Rec-Beat em apresentar as mais novas e ousadas propostas de diferentes cenas musicais.

“Erasmo Carlos fará o show de encerramento do festival, mostrando um repertório que combina os seus clássicos eternos com as novidades do álbum “Gigante Gentil”. O Tremendão ocupa a linha curatorial do festival que busca apresentar às novas gerações um nome icônico de relevância histórica da música brasileira — Mestre Vieira, Selma do Coco, Luiz Melodia, Dona Onete, Jards Macalé, Arrigo Barnabé e João Donato são alguns dos mestres que passaram pelo Rec-Beat”, afirma texto da assessoria de comunicação do festival.

Para quem busca um Carnaval alternativo, mas nem tanto, com marchinhas vale se mandar para cidades de Minas que se transformam, de lugares pacatos em fervo máximo, como Muzambinho e Aiuruoca, sem esquecer de mencionar cidades históricas como Diamantina, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João del-Rei e Tiradentes.

 

 

 

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