Reportagem do jornal alemão Der Spiegel relata que um jogador do Bayern de Munique não identificado, mas mencionado como uma das estrelas do elenco, revelou que a Adidas romperia um contrato firmado em 2008 entre empresa e atleta caso ele aderisse à Cientologia, controversa religião criada no século passado.

Entre as cláusulas que culminariam em um imediato rompimento, como o jogador ser flagrado utilizado drogas, está listada que ele não poderia pertencer “a nenhuma organização ou associação que represente os princípios de L. Ron Hubard”, citando o inventor da seita.

O contrato entre a fornecedora de material esportivo e o jogador está em vigor e retorna a este último uma quantia de € 400 mil (cerca de 1,3 milhão) por temporada.

A publicação, então, foi atrás da versão da própria Adidas, que não escondeu o jogo: “A diversidade e a tolerância são valores fundamentais do Grupo Adidas. A Cientologia, e outras organizações do tipo, são incompatíveis com estes princípios. Esta é uma cláusula padrão nos nossos contratos. Não é sobre atletas individualmente”.

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