Andrés Sanchez, presidente do Corinthians e futuro Diretor de Seleções da CBF, saiu em defesa de duas figuras polêmicas do futebol: o empresário iraniano Kia Joorabchian e o presidente da entidade máxima do esporte no Brasil, Ricardo Teixeira.

Constantemente envolvido em acusações de lavagem de dinheiro e bastante investigado no Brasil por conta de seus investimentos no Corinthians entre os anos de 2004 e 2007, quando a Justiça brasileira chegou a pedir sua prisão, Kia não é visto como bandido pelo presidente do Timão.

“Que crime ele cometeu? E é tido como bandido no Brasil pela imprensa esportiva. A Justiça foi lá, botou a zero e não sei quando vai acabar isso”, disse o presidente corintiano, em entrevista à revista “Brasileiros”.

“Kia veio pro Brasil. Se o dinheiro dele é roubado, não é roubado, os órgãos competentes têm que saber. Mas o dinheiro dele veio pelo Banco Central, fez câmbio no Bradesco e entrou no Corinthians 32 milhões de dólares em 11 meses. Que crime ele cometeu?”, completou.

Quando o assunto da entrevista foi o seu futuro patrão Ricardo Teixeira, Andrés Sanchez também não escapou da polêmica. Na visão do mandatário corintiano, as denúncias contra o presidente da CBF também precisam ser comprovadas para serem levadas a sério.

“Ele tem coisas boas e ruins. Mas provaram? Será que a Justiça brasileira é tão incompetente que não prende o cara? Há dez anos estão falando que ele rouba, que é ladrão, que tem esquema e não prendem o cara? Não tiram o cara? Como me chamam de muitas coisas que eu sei que não sou, hoje também respeito o próximo. Eu achava que todos os políticos eram pilantras. Mas tem o pilantra e o não pilantra”, disse.

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