O técnico francês Arsène Wenger, do Arsenal, admitiu neste sábado que a goleada sofrida para o Chelsea por 6 a 0, no dia em que completava 1000 jogos no comando do clube, foi um dos piores momentos de sua carreira.

“Certamente é um dos piores dias. Aos 20 minutos tudo estava acabado, e ainda faltava muito tempo pela frente. Não nos preparamos toda a semana para viver um momento como este”, afirmou o comandante ‘gunner’.

Wenger assumiu a responsabilidade pela derrota, que deixa o Arsenal sete pontos atrás do líder, que é justamente o Chelsea. Ainda na coletiva, o francês afirmou que não havia “necessidade de falar demais” sobre o jogo.

“Agora é preciso dar uma resposta na próxima terça-feira, e o melhor jeito de conseguir isso é não explicar demais nossos erros”, disse, lembrando do duelo contra o Swansea, daqui três dias.

Wenger comentou também a confusão feita pela arbitragem no início do duelo, ao expulsar Kieran Gibbs ao invés de Alex Oxlade-Chamberlain, que tocou a bola e cometeu pênalti que resultou no terceiro gol dos ‘Blues’.

“Acho que foi mão, mas o árbitro não viu. A bola foi para fora e acho que foi o Chamberlain quem a tocou. Não sei quem foi que deu a indicação ao árbitro que foi mão, mas ele certamente não viu”, afirmou o técnico.

José Mourinho concordou que o jogo “acabou” logo com 20 minutos, com os três gols e a expulsão de Gibbs. Como sempre, o comandante do Chelsea aproveitou para provocar Wenger, seu desafeto assumido.

“Este era o jogo mais importante da temporada para o Arsenal. Para nós, era mais um jogo importante”, disse Mourinho, em entrevista coletiva.

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