O Brasília sagrou-se como primeiro campeão da Copa Verde, torneio que teve início ano passado.

O Brasília sagrou-se como primeiro campeão da Copa Verde, torneio que teve início ano passado.

Chelsea, Manchester City, Atlético de Madrid, PSG… o que todos esse times têm em comum? Um empresário bilionário que resolveu “brincar” com esses times, comprando uma parte ou a totalidade de suas ações. Em 2015, pode ser a vez do Brasil.

Segundo informações da ESPN Brasil, um time de Brasília está na mira de um sheik dos Emirados Árabes Unidos. O Brasília Futebol Clube, fundado em 1975 e atual campeão da Copa Verde, já tem até um pré-contrato com o empresário.

“Temos um pré contrato. É com um empresário. Ainda não posso dar muitos detalhes porque não está fechado. Não sei a quem eles são ligados, mas me parece que é a alguns sheiks mesmo. Ainda não sabemos qual será o formato, é sobre isso também que estamos falando – disse o advogado Luis Carlos Alcoforado, presidente e dono do Brasília.

E o que isso representaria para o Brasil e para o clube? “Se isso acontecer mesmo, se for concretizado, o Brasília vai para um outro patamar no futebol brasileiro. Muda completamente. Terá muito mais recursos, não se compara. É, sim, para sonhar até com Série A. Não no primeiro ano, claro. Mas eu diria que em três anos daria pra fazer isso”, afirmou Alcoforado.

Roman Abramovich, bilionário dono do Chelsea que levou o time à primeira conquista da Champions League de sua história. O dinheiro injetado por esse bilionários pode ser bom ou só vai fazer o futebol virar um jogo de interesses financeiros?

Roman Abramovich, bilionário dono do Chelsea. O dinheiro injetado por esse bilionários pode ser bom ou só vai fazer o futebol virar um jogo de interesses financeiros?

No Brasil isso seria inédito, apesar de outra prática ser muito comum: os clubes-empresa. Grandes empresas compram os clubes e passam a investir seu dinheiro em jogadores, como é o caso do Audax-Osasco, do Red Bull Brasil, do Desportivo Brasil (da Traffic), entre outros. Nenhuma dessas empresas, porém, tem o poder financeiro de um sheik.

Se a moda dos bilionários pegar no nosso país, as consequências podem ser tanto boas como ruins. Por um lado, times de menor expressão podem atingir o patamar dos grandes clubes e assim o futebol no Brasil pode ser melhor desenvolvido.

Por outro lado, grandes times que tiverem essa grana injetada diretamente em seu cofre poderão se tornar potências muito acima da média nacional e tornar o futebol, conhecido por mexer com a emoção de seus torcedores, puro bussiness.

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