A contratação de Seedorf pelo Botafogo, em junho de 2012, foi considerada uma das mais ousadas entre os clubes brasileiros. Antes mesmo de o holandês anunciar sua aposentadoria, no início de 2014, para assumir o comando do Milan, o presidente da equipe carioca, Mauricio Assumpção, declarou ao canal Sportv que a diretoria alvinegra queria manter a linha de ter grandes atletas no elenco e tentou trazer um novo astro para substituir o ex-meia, que até então disputaria apenas a Libertadores.

Tratava-se de Didier Drogba, que atualmente atua pelo Galatasaray. As conversas com o marfinense aconteceram em dezembro de 2013, mas o Botafogo não conseguiu chegar à quantia que o clube turco ofereceu pela renovação de contrato.

“Chegou a ter no fim do ano passado, quando fui à FIFA na Suíça, a possibilidade de trazer o Drogba, que estava na Turquia e o contrato terminava em junho. Iniciamos negociação, a coisa caminhou até o fim do ano, aí renovou (com o Galatasaray) por mais duas temporadas com salários astronômicos. A ideia era ter o Seedorf até o meio do ano e depois termos outro jogador de nível mundial”, explicou Maurício.

Com o “não” de Drogba, o mandatário afirmou que não irá desistir de trazer outro jogador de nível internacional para sua equipe.

“Entendemos que ter esse ídolo é muito importante, ou você faz dentro de casa ou traz. É possível que ao longo do ano estejamos mapeando a possibilidade de ter um jogador desse quilate, é importante para a torcida”, disse Maurício, que revelou também negociações frustradas com o ex-Internacional, Diego Forlán, que acertou com o Cerezo Osaka, do japão.

Sem mais artigos