Os dirigentes da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) e da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) pediram neste sábado a devolução das taças que seriam entregues aos campeões dos Mundiais masculino e feminino deste ano e que foram roubadas ontem no Rio de Janeiro.

 

“Essas taças não têm nenhum valor econômico. Apenas têm valor artístico e o valor sentimental de quem vai recebê-las”, afirmou o presidente da FIVB, o brasileiro Ary Graça.

O dirigente acrescentou que a entidade já tomou todas as providências necessárias para tentar recuperar as taças e até entrou em contato com o artista que as produziu para encomendar novos troféus caso seja necessário.

“Ao contrário da Copa do Mundo de futebol, que tem valor financeiro por ser de ouro maciço, as taças dos Mundiais de vôlei não possuem valor de mercado. Ninguém vai ganhar nada com sua venda. Sua devolução seria uma demonstração de amor ao vôlei brasileiro”, disse o superintendente da CBV, Neuri Barbieri.

As duas taças, que seriam entregues em setembro aos campeões dos Mundiais masculino (na Polônia) e do Mundial feminino (na Itália), estavam no caminhão de uma transportadora que foi roubado ontem quando estava estacionado em um shopping da zona oeste do Rio de Janeiro.

Os troféus faziam um ‘tour’ mundial e foram expostos em São Paulo e no Rio nos últimos dias, antes de serem enviados à Suíça, onde fica a sede da FIVB. A transportadora contratada os havia pegado na capital paulista, onde foram exibidos durante uma etapa do Grand Prix feminino, e os entregaria na sede da Confederação Brasileira de Vôlei no Rio de Janeiro, mas o caminhão foi roubado quando parou no shopping para entregar outra encomenda.

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