Após uma final épica, o jogo final mais longo da história dos Grand Slams, com 5h53 de duração (57 minutos mais que o recorde anterior, na mesma austrália, na partida entre Mats Wilander e Ivan Lendl em 1988), o sérvio Novak Djokovic venceu o espanhol Rafael Nadal, de virada, por 3 sets a 2 (5/7, 6/4, 6/2, 6/7(5) e 7/5) e conquistou o bicampeonato do primeiro torneio importante da temporada.

Na partida, o equilíbrio foi a tônica. Isso, aliado a incrível habilidade do espanhol em devolver bolas, fez com que os sets se transformassem em verdadeiras batalhas. O final do jogo, marcado pelo cansaço ainda trouxe um ingrediente extra: os erros. Tanto que no set final, a última quebra foi originada de um erro de Rafael Nadal, deixando a partida em 6/5. No final, vitória do sérvio que, há um bom tempo, é o melhor do planeta.

Em tempo: esta foi a sétima vitória consecutiva de Djoko sobre o rival. No geral, são 30 partidas, com 16 vitórias do espanhol.

 

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