Nesta terça-feira o Brasil completa dois anos da vitória na final das Copa das Confederações contra os Estados Unidos, que levou a seleção nacional ao título da competição, em 2009. Naquele dia, o sempre contestado esquadrão de Dunga virou o jogo contra a seleção norteamericana, com dois gols de Luís Fabiano e um do capitão Lúcio, aos 39 minutos do segundo tempo. Prestes a iniciar a trajetória na Copa América, o Brasil apresenta um elenco bastante modificado em relação ao que conquistou o último título do país do futebol.

Comparando as listas de convocados para os dois torneios, 11 jogadores aparecem em ambas. A defesa da equipe em 2009 era o setor mais elogiado pela crítica, e parece que também agradou o atual técnico Mano Menezes. Os goleiros Julio Cesar e Victor, os zagueiros Lúcio e Luisão, e os laterais Daniel Alves, Maicon e André Santos continuam sendo convocados para servir a seleção brasileira. Já entre meio-campo e ataque, as figurinhas repetidas são apenas Ramires, Elano, Robinho e Alexandre Pato.

A média de idade dos elencos também varia um pouco. Em 2009, jogadores como Gilberto Silva, Juan, Josué e Kléberson subiram a média do time, que era de 27 anos. Em 2011, o número caiu para 25,9 anos com a entrada de Lucas, Neymar, Paulo Henrique Ganso e Sandro.

O time que iniciou a Copa das Confederações sob comando de Dunga, na vitória contra o Egito por 4 a 3, tinha Júlio César, Daniel Alves, Lúcio, Juan, André Santos, Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano, Kaká, Robinho e Luis Fabiano. Ao longo da competição, time titular sofreu alterações, como as entradas de Maicon e Ramires, mas o esquema no 4-4-2 (que por vezes se transformava em 4-2-3-1), foi mantido.

De acordo com os treinamentos coletivos de Mano Menezes, a equipe que iniciará o confronto contra a Venezuela, no próximo sábado, deve contar com seis alterações em relação ao jogo contra o Egito: Thiago Silva, Lucas Leiva, Ramires, Paulo Henrique Ganso, Neymar e Alexandre Pato. A atual seleção joga no 4-3-3, utilizando o entrosamento do antigo trio santista, composto por Robinho, Ganso e Neymar. Os últimos dois, aliás, viveram a expectativa de serem chamados para a Copa do Mundo de 2010 pelo antigo treinador, mas Dunga preferiu optar pela experiência de jogadores como Grafite e Julio Baptista.

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