<br>Nesta última segunda-feira, em entrevista ao programa <i>Bem Amigos!</i>, o técnico da seleção brasileira, Dunga, negou qualquer tipo de atrito com o meia Kaká, eleito no ano passado o melhor jogador no mundo, mas que nesta temporada, mal defendeu a seleção brasileira. Dunga ainda explicou o porquê do corte do atleta das partidas contra o Paraguai, no dia 15, e Argentina, no dia 18, válidas pelas eliminatórias da Copa do Mundo.

"Não tenho problema algum com ele. As pessoas entenderam mal quando eu disse que era preciso deixar o Kaká tranqüilo, que ele deveria se recuperar, ver o filho nascer. A gente precisa deixar o cara tranqüilo, assim como Ronaldinho Gaúcho", afirmou Dunga.

Para o treinador do Brasil, não seria certo deixar Kaká no grupo, sendo que ele só teria condições de enfrentar a Argentina, ficando de fora dos dois últimos amistosos preparatórios e da partida contra o Paraguai.

"O Kaká só teria condições de jogar o segundo jogo, contra a Argentina, e achamos melhor abrir mão da convocação. Imaginem a responsabilidade da CBF. Colocar o jogador em campo e de repente acontece um acidente, uma lesão, seria muito desagradável. Depois ele volta tranqüilo, recuperado", explicou.

Kaká está se recuperando de uma pequena cirurgia no joelho e, além disso, aguarda o nascimento de seu filho em São Paulo. "O Milan enviou um comunicado informando que o Kaká teria que ficar 20 dias sem treinar. Não podemos colocar um atleta desse nível para jogar fora das suas melhores condições", comentou Dunga, parabenizando o meia pelo herdeiro. "Uma criança enche a casa de alegria. Ele vai crescer muito como homem", concluiu.

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