Campeã do Mundo com o Sollys/Nestlé e eleita a melhor passadora da competição, Jaqueline espera que o título do time paulista faça com que o vôlei tenha mais reconhecimento no Brasil.

“É uma sensação especial ser campeã mundial porque lutamos tanto nestes três anos. No primeiro, batemos na trave, mas ficamos em segundo. No ano passado, tanto eu quanto as outras meninas da seleção não puderam participar. Agora, tenho esse título na minha carreira e isso é para a vida inteira. É maravilhoso e espero que o vôlei feminino e masculino tenha mais reconhecimento e que possamos ter um cenário de maior divulgação na imprensa. Que a mídia dê mais abertura e tenha mais interesse no voleibol. Lógico que respeitamos o prazer que o brasileiro tem de acompanhar o futebol, mas o vôlei é um esporte que sempre traz medalhas e alegria para o Brasil”, disse a ponteira logo após a conquista.

Também empolgada com a conquista, Thaísa, que foi eleita a melhor atacante da competição, dedicou o título ao técnico Luizomar de Moura.

“Minha maior felicidade é poder dedicar esse título ao Luizomar. É um cara que merecia muito e hoje é, sem dúvida, um dos melhores técnicos do mundo. Ele é um treinador vitorioso e suas conquistas provam que o método que ele adota é extremamente eficaz. Está é a quarta temporada no time e quero seguir por muito tempo sendo comandada por ele. Estou muito feliz pelo título e saímos deste Mundial com a missão cumprida”, completou.

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