A conturbada relação entre José Mourinho e alguns jogadores do elenco do Real Madrid ganhou mais um capítulo, depois que o técnico decidiu não relacionar Iker Casillas para a partida desta quarta-feira contra o Galatasaray, pela Liga dos Campeões da Europa, mesmo o goleiro tendo recebido liberação médica.

A decisão do português foi anunciada logo após o empate do clube madrilenho com o Zaragoza, em 1 a 1, pelo Campeonato Espanhol. Mourinho não parou por aí, defendendo a permanência de Diego López, contratado justamente para suprir a ausência de Casillas, no time titular. “Muito difícil que saia do gol”, disse o treinador.

O próprio Mourinho garantiu que a alta médica do jogador não significa que ele está apto para voltar a equipe titular.

O relacionamento ruim de ambos, apesar de não admitido publicamente é antigo. Tanto é que Casillas chegou a ser barrado nesta temporada, antes de se contundir, em um jogo da Copa do Rei da Espanha, ao fraturar um dedo da mão.

A lesão, sofrida no dia 23 de janeiro, deixou o goleiro fora de ação desde então. Sem confiança no reserva António Adán, que substituiu Casillas em duas partidas disputadas em dezembro, no Campeonato Espanhol, o clube buscou Diego López, goleiro revelado nas divisões de base do Real Madrid, no Sevilla.


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Mourinho não garante vaga para Casillas entre titulares e abre nova crise