O Super Bowl, que acontecerá nesse domingo, é o evento esportivo mais importante dos EUA e dominou os noticiários nos últimos dias, mas o assunto nem sempre se limita ao esporte.

O jogador Chris Culliver do San Francisco 49ers criou bastante alvoroço esta semana ao insinuar que qualquer pessoa com uma predileção homossexual não seria bem-vinda em sua equipe.

“Eu não jogo com gays, cara. Eu não faço isso. Não temos gays na equipe, se houvesse eles teriam que ir embora”, disse Culliver para um programa de rádio na última terça-feira.

As declarações repercutiram muito mal nos Estados Unidos. Normalmente pouco procurado pela imprensa, Culliver foi intensamente questionado pela mídia e alvo de críticas nos últimos dias. O próprio San Franciso 49ers divulgou um comunicado repudiando os comentários de seu jogador, que foi notificado pela equipe.

Na quinta-feira, Culliver tentou se explicar: “Era algo que eu pensava, mas definitivamente não é algo que eu sinto no meu coração. Sei que aprenderei uma lição disso. Eu não pensei direito”.

As tentativas de se desculpar não foram o suficiente e o jogador não escapou de uma punição. Terá que prestar serviços voluntários e será submetido a um treinamento de sensibilidade e educação no “The Trevor Project”, entidade que ajuda jovens gays, lésbicas, bissexuais e transexuais em crise ou com risco de suicídio.

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