O ex-jogador Oscar Schmidt maior ídolo do basquete brasileiro, considerou nesta segunda-feira que o Brasil pode conquistar uma medalha, caso não cruze com a seleção americana, nas quartas de final do torneio masculino de basquete dos Jogos Olímpicos.

O cestinha participou da cerimônia organizada no Rio de Janeiro pela Federação Internacional de Basquete (FIBA), para o sorteio dos grupos. “Contamos com uma equipe que tem chances de conseguir de novo uma medalha para o Brasil”.

O Brasil retorna aos Jogos Olímpicos após três edições e estará no grupo B, ao lado da Espanha, Austrália, China e Grã-Bretanha, além da terceira colocada no Pré-Olímpico Mundial, que será disputado em Caracas entre 2 e 8 de julho.

Para o grupo A foram sorteados Estados Unidos, Argentina, França, Tunísia e, além das seleções que fiquem em primeiro e segundo no torneio classificatório.

Apesar de ter que enfrentar a Espanha, campeã europeia em 2011 e prata nos Jogos de Pequim, o Brasil se livrou de jogar contra os Estados Unidos e a Argentina na primeira fase.

Para Oscar, o Brasil tem grandes chances de ficar entre os quatro primeiros da sua chave, que garantem vaga nas quartas de final. O ex-atleta imagina que ficando entre os três primeiros, não haverá confronto com os Estados Unidos, que são favoritos a ficar em primeiro em seu grupo.

“Respeito muito a Argentina, mas a equipe já não é a mesma que conquistou o ouro em 2004. Podíamos ter conquistado o Torneio pré-olímpico das Américas (no qual os argentinos venceram o Brasil na final)”, garantiu o ‘Mão Santa’.

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