As estatísticas não mentem – são 133 jogos defendendo o tricolor paulista e 102 vezes balançando as redes adversárias. Sensacional média de 0,77 gols por partida, aproximadamente. Só no último domingo, contra a Portuguesa Santista, foram três. Ainda teve tempo para servir o companheiro Grafite. Aliás, o entrosamento entre os dois é de dar inveja. Cuca, sim, é feliz. Tem à disposição dois grandes craques que, pelo menos até o momento, não travam qualquer disputa de egos.

O jovem campinense, com apenas 23 anos, já faz história no futebol nacional. Luis Fabiano está entre os melhores atletas brasileiros. Também é, incontestavelmente, uma das principais peças no elenco do São Paulo atualmente. Na temporada passada, chegou a carregar o time nas costas em várias ocasiões. Além disso, provou ter carinho e respeito ao São Paulo. Mesmo assediado por clubes estrangeiros, o fabuloso – como é conhecido o jogador – preferiu continuar no time do Morumbi, adiando aquele que é o sonho da maioria dos atletas brasileiros: jogar na Europa (sinônimo de muito dinheiro e reconhecimento internacional). É certo que sua permanência não deve ser longa, no entanto, a Libertadores de América, principal competição do ano para os torcedores do tricolor, já tem a presença garantida do craque.

Não são apenas suas brilhantes atuações que ganham destaque na mídia. Polêmica também é sua marca registrada. Seu currículo é colorido, recheado de cartões amarelos e vermelhos. Já foi, inclusive, rotulado como preconceituoso e machista, ao xingar uma árbitra em campo. Depois disso, porém, parece ter aprendido a lição. Para alegria dos são-paulinos, agora Luis Fabiano mantém seu controle e está mais disciplinado. Descontrole mesmo, só por parte dos adversários, quando vêem o artilheiro invadindo a área sem chances para a defesa. Não é à toa que já recebeu o codinome Fabigol, considerado sinônimo de sucesso e bom futebol.

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Polêmico, mas fabuloso

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