Um dia após o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, intervir para pôr fim à ameaça de greve dos jogadores da seleção de seu país devido à falta de pagamento de uma premiação, o chefe de imprensa da delegação, Ben Alaiya, informou neste sábado (28) que o problema “já está absolutamente regulado” e que o elenco recebeu o valor que exigia.

Os jogadores chegaram a cancelar o treino de quinta-feira por causa de uma reunião que fizeram e que durou mais do que o previsto, afetando o horário da atividade, segundo versão publicada no site da Federação de Futebol da Nigéria.

Ben Alaiya disse à imprensa que “foi pago a todos o que se devia, de modo que não há pagamentos de gratificações pendentes na seleção nacional da Nigéria”.

Por este motivo, acrescentou, a equipe viajou para Brasília ontem à tarde e, inclusive, voltou aos treinamentos.

Este conflito ameaçava o cancelamento da partida de oitavas de final contra a França, na segunda-feira dia 30, no Estádio Nacional Mané Garrincha.

Para pôr fim à disputa, o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, decidiu intervir ontem e assegurou aos jogadores que o Ministro dos Esportes, Tamuno Danagogo, viajaria ao Brasil com o dinheiro da premiação.

A Federação de Futebol da Nigéria tinha anunciado duas semanas atrás que o acordo em relação às gratificações consistia em US$ 10 mil por cada vitória na fase de grupos. E é este dinheiro que os jogadores nigerianos desejavam receber antes da partida de segunda-feira.

Além disso, cada um dos ‘Super Águias’ receberá US$ 12,5 mil pela vitória nas oitavas de final, US$ 15 mil se o time passar das quartas de final, US$ 20 mil se vencer nas semifinais e US$ 25 mil pelo título mundial

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