Interessado em fazer um “curso de bombeiro” para apagar as crises internas no Palmeiras, o presidente Arnaldo Tirone reafirmou a dificuldade do clube de pagar a dívida contraída para adquirir de volta o meia chileno Valdivia. “Acho que vou até fazer um curso de bombeiro para apagar incêndios, pois apago um por dia no Palmeiras”, disse em entrevista no último domingo (21) ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

A questão que envolve o Mago é o maior rombo financeiro deixado pela gestão do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, sucedido pelo oposicionista Tirone no início desta temporada. A negociação inclui ligações com o banco Banif. “Não tenho dinheiro para pagar o Valdivia. Vamos analisar alguma forma de refinanciar este valor, fazendo uma engenharia com o Banif ou até com outro banco”, salientou o atual mandatário.

Fora o imbróglio em torno da permanência do meia no Verdão, Tirone teve que encarar nos últimos dias o boato de que o vice-presidente Roberto Frizzo gostaria de ver o técnico Luiz Felipe Scolari fora da equipe, com direito ao ex-são-paulino Paulo César Carpegaini como substituto. Em entrevista à Jovem Pan, o dirigente desmentiu este desejo na última quarta-feira. “Nem no chuveiro cheguei a pensar em trocar o Felipão”, afirmara Frizzo.

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