Atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, sempre que pode, fala para quem quiser ouvir que gostaria de contar com Luiz Felipe Scolari no comando da Seleção Brasileira após a Copa do Mundo de 2014, independente do resultado. Porém, a história pode ser outra a partir do segundo semestre deste ano. Segundo informação publicada nesta terça-feira (29) pelo jornal carioca Extra, o nome do novo treinador já está definido: Tite.

Sem trabalhar desde dezembro do ano passado, quando decidiu deixar o Corinthians em comum acordo com o clube de Parque São Jorge, Tite descartou proposta de clubes do futebol brasileiro e também do exterior, deixando claro que só assumiria uma equipe após o Mundial de 2014.

“O Tite é o melhor técnico do Brasil e isso é provado pelo que ele conquistou e pelos convites que recebe. Já houve propostas de seleções e de clubes de fora. Mas ele decidiu que só voltará a trabalhar após a Copa do Mundo”, disse Gilmar Veloz, empresário do treinador, em entrevista a publicação carioca.

Cauteloso, Veloz acredita que ainda não é o momento de se falar na possibilidade de Tite assumir a seleção brasileira, mas deixa a informação no ar. “Ele jamais falaria sobre isso agora, até porque a seleção brasileira tem treinador”, completou.

De acordo com o Extra, o nome de Tite vem sendo mantido em sigilo, para não atrapalhar o desempenho da Seleção Brasileira e de Felipão na Copa do Mundo de 2014.

Curiosamente (ou não), Tite segue exatamente os mesmos passos de Felipão quando deixou o Palmeiras, em setembro de 2012. Os dois ficaram um período inativo para não ter suas imagens arruinadas, em um possível fracasso em algum clube.

Viajando pela Europa para visitar alguns clubes, Tite seguirá para os Estados Unidos nos próximos dias para estudar inglês e depois irá a Lisboa assistir à final da Liga dos Campeões, dia 24 de maio.

Além de Tite, o nome de Alexandre Gallo, treinador das categorias de base da Seleção Brasileira, é outro que agrada José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, futuro presidente da CBF.

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