O meio-campo chileno Jorge Valdivia, que na semana passada junto com sua esposa sofreu um sequestro relâmpago em São Paulo, se reuniu nesta sexta-feira com dirigentes do Palmeiras e resolveu ficar na equipe pelo menos até a final da Copa do Brasil.

“A notícia é muito boa, pois precisamos dele jogando, jogando contra o Coritiba”, disse a jornalistas Piraci de Oliveira, diretor jurídico do Palmeiras e que participou da reunião junto com o vice-presidente do clube, Roberto Frizzo; o gerente esportivo, César Sampaio; e o pai do jogador.

Em declaração à página do clube na internet, Valdivia assinalou que apesar de estar “afetado emocionalmente” não quer prejudicar o desempenho da equipe nesta fase da Copa do Brasil.

“É o contrário, quero ajudar o Palmeiras nessa partida decisiva contra o Grêmio (na próxima quarta-feira) e também na reação que vamos ter no campeonato”, declarou o jogador.
No dia 7 de junho, Valdivia e sua esposa foram vítimas de um “sequestro relâmpago” em São Paulo.

O casal foi abordado em seu automóvel por um homem armado, retido durante duas horas e obrigado a retirar dinheiro de caixas eletrônicos de vários bancos e inclusive a fazer algumas compras.

O acusado de cometer o delito foi detido esta semana em uma operação da Polícia de São Paulo e identificado pelo próprio jogador

Após esse incidente, ambos viajaram para Santiago do Chile um dia depois e a esposa do jogador, Daniela Aránguiz, declarou que já não se sente segura no Brasil e que não planeja retornar.

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